(via potterish)
(via potterish)
(Source: ggrint, via sellingmyfears)
Toca minha alma com teu toque
Suave, sensível, menor,
Na tecla de um cravo;
Enche os meus olhos com teu choque
Voraz, certeiro, capaz,
Dum Bartók bem tocado;
E seja só, só minha até a morte
Tal falta de palavras
De um Mendelssohn olvidado.
Bruna Amarante Cohen
(via potterish)
always
(Source: brianawilde, via potterish)

Erised stra ehru oyt ube cafru oyt on wohsi
Eu gosto de chuva. Bem, abstraindo-se o fato de que é extremamente desagradável de se andar por aí debaixo de um temporal. Mas, bem… Me acalma ouvir o barulho da chuva, sentir cheiro de chuva. Acho que a chuva tem uma simbologia muito grande… Ou, como disse ontem mesmo um amigo meu, a chuva é simbolista: etérea, mística, subjetiva. A impressão que eu tenho, muitas vezes, é que o céu está chorando… Seja de alegria, de tristeza… De emoção. Tenho sempre a sensação de que o céu está lavando o mundo com suas lágrimas; que o céu se sensibiliza com toda a vida e toda a natureza que se encontra no mundo. A chuva carrega um ar profundo - e sempre me faz pensar.
Gosto do céu nublado e da luminosidade menor dos dias chuvosos, bem como adoro chuva com sol; é muito paradoxal, e chega a ser até meio milagroso: o ar profundo da chuva com a leveza do sol. Por si só, na verdade, a chuva é um fenômeno lindo e meio milagroso. Porque quando chove, cai água do céu… E, por favor, não me venham com explicações físicas para isso; já estou cansada de saber que a chuva faz parte do ciclo hidrológico, que a água, por meio do sol, evapora, e aí condensa e vira chuva e blábláblá… Eu não quero explicações. Acho que algumas explicações fazem perder a beleza de algumas coisas, de alguns fenômenos. Acho que as explicações, dependendo do caso, banalizam. Como disse Manoel de Barros:
O rio que fazia uma volta
atrás da nossa casa
era a imagem de um vidro mole…Passou um homem e disse:
Essa volta que o rio faz…
se chama enseada…
Não era mais a imagem de uma cobra de vidro
que fazia uma volta atrás da casa.
Era uma enseada.
Acho que o nome empobreceu a imagem.
A chuva é a minha imagem da cobra de vidro. Por favor, não venham me falar de enseada.

I do not have any kind of greasy dark hair, nor use long and dark cloaks. I am not any kind of obsessive person (ok, actually, I am), or fucking brilliant, or completely and forever in love with Lily Evans. Potter. Well, nevermind. I am not even a man. I am not any kind of genius of Potions or Defense Against the Dark Arts. I am afraid I am not even a witch. It’s not Severus Snape, damn. It’s just not Severus Snape.

daytime is nice. you can see things. birds are out. people are at work. but nighttime is, simply, better. people look better at night. things are more interesting. you can hide better. you can get lost more easily. and music is different at night.
-moby, nyc 2008